
O meu gato não come. O que pode ser?
Pode ser algo passageiro, mas também pode apontar para stress, náuseas, dor ou outro problema que merece atenção.
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Nesta área encontra temas explicados de forma simples e visual. Escolha a dúvida que mais se aproxima do que está a acontecer e veja possíveis razões, sinais a observar e quando faz sentido pedir ajuda.

Temas principais

Pode ser algo passageiro, mas também pode apontar para stress, náuseas, dor ou outro problema que merece atenção.
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Um episódio isolado não tem o mesmo peso que vómitos repetidos. O contexto e os sinais associados fazem toda a diferença.
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Nem todos os vómitos em gatos significam o mesmo. Às vezes é uma bola de pelo; noutras, vale a pena investigar melhor.
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Comichão persistente costuma ser mais do que “mania”. Parasitas, alergias, pele sensível e ouvidos podem estar envolvidos.
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Às vezes é apenas uma mudança passageira. Outras vezes merece atenção, sobretudo se vier acompanhada de mais urina, perda de peso ou alteração do apetite.
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Nem todas as diarreias são iguais. Uma alteração ligeira não tem o mesmo peso que fezes muito frequentes, vómitos ou grande abatimento.
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Nem sempre é “birra”. Muitas vezes há uma razão concreta por trás deste comportamento.
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Às vezes parece só um gesto, mas muitas vezes aponta para desconforto nos ouvidos.
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Nem sempre. O mau hálito pode ser um sinal de que a boca precisa de mais atenção.
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Um dia mais calmo não é o mesmo que uma quebra clara de energia. O importante é comparar com o comportamento habitual.
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Aqui reunimos temas que vale a pena perceber com mais calma: vacinas, FIV, FeLV, peso, diabetes, rins, saúde oral e outros assuntos frequentes.

De forma simples: esgana, parvovirose e adenovírus/hepatite fazem parte das vacinas essenciais recomendadas internacionalmente. Em Portugal, a vacinação contra a raiva é obrigatória nos cães com 3 ou mais meses. Leptospirose e outras vacinas podem ser muito relevantes consoante o risco individual e a zona onde o cão vive.
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As vacinas essenciais dos gatos protegem contra panleucopenia, herpesvírus e calicivírus. A vacinação contra FeLV depende sobretudo do risco de exposição e é especialmente importante em gatos jovens e gatos que saem à rua ou convivem com animais de estatuto desconhecido. Em Portugal, a raiva não é obrigatória para todos os gatos em território nacional, mas pode ser necessária para viajar.
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O FIV é um vírus específico dos gatos e não infeta pessoas. Transmite-se principalmente através de mordeduras profundas entre gatos. Um resultado positivo deve ser interpretado no contexto do animal e, em algumas situações, confirmado. O objetivo passa por reduzir exposição a infeções, acompanhar o peso, a boca e o estado geral e tratar problemas precocemente.
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O excesso de peso não é apenas uma questão estética. Pode afetar mobilidade, conforto e saúde geral. Perceba como avaliar a condição corporal e porque um plano de perda de peso deve ser gradual e adaptado a cada animal.
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O FeLV transmite-se mais facilmente entre gatos do que o FIV, sobretudo através de contacto próximo e saliva. Um teste positivo de rastreio pode precisar de confirmação ou repetição para perceber se a infeção é progressiva, regressiva ou transitória. Um gato positivo pode continuar a ter qualidade de vida, mas precisa de acompanhamento e de proteção contra novas infeções.
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A diabetes pode ser controlada e muitos animais mantêm boa qualidade de vida. O diagnóstico combina sinais clínicos com análises de sangue e urina. O tratamento não é igual em cães e gatos: nos cães a insulina é normalmente central; nos gatos existem diferentes opções para casos selecionados, sempre decididas pelo veterinário, além de controlo alimentar, peso e monitorização.
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A doença renal crónica não costuma ser reversível, mas pode ser gerida durante muito tempo. O diagnóstico e o estadio combinam análises de sangue e urina, pressão arterial e outros dados. Dieta adequada, hidratação, controlo de pressão, proteína na urina e outros problemas associados são ajustados ao estadio de cada gato.
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Perda de peso com apetite aumentado, mais sede e urina, inquietação, vocalização, vómitos ou alterações da pelagem podem levantar suspeita. O diagnóstico é feito com exame e análises, sobretudo medição de T4, e existem várias opções de tratamento, incluindo medicação, iodo radioativo, dieta terapêutica e cirurgia em casos selecionados.
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Escovagem regular com produto próprio para animais é a medida doméstica com melhor capacidade de remover placa. Quando já existe tártaro significativo, dor ou doença periodontal, a higiene em casa não substitui uma avaliação e tratamento dentário profissional.
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A leishmaniose pode afetar pele, peso, rins e outros órgãos. É transmitida sobretudo pela picada de pequenos insetos semelhantes a mosquitos. Repelentes adequados e, em alguns cães, vacinação podem fazer parte da prevenção.
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Afaste o cão da zona, evite tocar diretamente nos pelos da lagarta, impeça que se esfregue e lave abundantemente as áreas expostas com água ou soro sem esfregar. Depois procure assistência veterinária urgente. Inchaço da língua ou face, salivação intensa, alterações respiratórias ou sinais oculares não devem esperar por uma consulta domiciliária.
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Parasitas internos e externos são problemas diferentes e exigem estratégias diferentes. Um animal que vive exclusivamente dentro de casa pode ter um risco menor, mas não fica completamente protegido. O plano deve equilibrar prevenção regular, exames quando adequados e produtos próprios para cada espécie — alguns antiparasitários usados em cães podem ser perigosos para gatos.
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A lipidose hepática é uma doença potencialmente grave que surge frequentemente depois de o gato passar dias a comer muito pouco ou nada. Muitas vezes existe outra doença ou situação de stress que provocou a perda de apetite. O tratamento exige encontrar a causa e garantir suporte nutricional adequado — não é uma situação para tentar resolver apenas mudando de ração em casa.
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Mudanças de peso, sede, apetite, mobilidade, sono, higiene, audição, visão ou comportamento merecem ser registadas e discutidas nas consultas de rotina. Detetar cedo um problema costuma permitir mais opções e melhor qualidade de vida.
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Conte-nos o que está a acontecer com o seu animal. A equipa Vet2Home ajuda a perceber qual poderá ser o próximo passo e, se fizer sentido, pode tratar da marcação de uma consulta ao domicílio.